Na Segunda-Feira, dia 17 de Agosto, com Eucaristia solene às 19.00 horas. No final da misa sairá a procissão conforme o costume, pelo adro e alameda.
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Na Segunda-Feira, dia 17 de Agosto, com Eucaristia solene às 19.00 horas. No final da misa sairá a procissão conforme o costume, pelo adro e alameda.
Eu confio no Senhor, a minha alma espera na sua palavra.
TEMA DO XIX DOMINGO
A liturgia do 19º Domingo do Tempo Comum orbita em torno do mistério da revelação divinal e da presença constante de Deus na jornada humana. Revela-nos um Deus que não permanece distante ou inacessível, mas que escolhe caminhar lado a lado com a humanidade ao longo das vicissitudes da história, oferecendo sustento e orientação nas horas de maior obscuridade.
A primeira leitura interpela os crentes a realizarem um regresso às origens da sua fé e do seu compromisso vocal, empreendendo uma peregrinação interior ao encontro do Deus da Aliança. Ensina-nos que a presença sagrada raramente se manifesta em fenómenos espetaculares ou ruidosos, mas prefere desvelar-se na humildade, no silêncio da brisa suave e na interioridade do coração orante.
O Evangelho propõe uma reflexão sobre a travessia histórica da Igreja e dos discípulos, enviados às "outras margens" do mundo para anunciar o Banquete do Reino. Diante das tempestades, dos ventos contrários e do medo que frequentemente paralisam a missão, a comunidade é recordada de que não se encontra à mercê do caos. Em Jesus, o Criador estende a mão para resgatar a humanidade da dúvida, dissipando o desânimo e infundindo a coragem necessária para vencer a hostilidade do mundo. Cabe aos fiéis renovar a sua fé, reconhecendo-O e aclamando-O verdadeiramente como o Senhor da vida.
Por sua vez, a segunda leitura sublinha a universalidade do plano de salvação. Deus oferece a Sua graça sem distinção, convidando cada pessoa a acolher a Sua misericórdia. Exorta-nos, assim, a manter um espírito vigilante e discernente, capaz de reconhecer os sinais da passagem de Deus no quotidiano e de não desperdiçar as oportunidades de redenção que Ele continuamente nos concede.
"Nem só de pão vive o homem, mas de toda a palavra que sai da boca de Deus."
TEMA DO XVIII DOMINGO
A liturgia deste 18.º Domingo do Tempo Comum convida-nos a contemplar a generosidade de Deus, que prepara para os seus filhos uma mesa abundante e oferece, sem exigir qualquer recompensa, o alimento capaz de saciar a fome mais profunda do coração humano: a fome de amor, de justiça, de paz, de felicidade e de vida eterna.
A primeira leitura apresenta-nos o Senhor a dirigir-se ao seu povo com um convite cheio de esperança. Depois da experiência da escravidão, da tristeza e do sofrimento, Deus aponta o caminho da liberdade e convida todos a caminharem em direcção à Jerusalém renovada, símbolo de um mundo reconciliado, onde reinam a justiça, a fraternidade e a paz. O Senhor promete ao seu povo uma vida nova e plena, oferecida gratuitamente a todos aqueles que acolhem a sua palavra.
No Evangelho, Jesus surge como o novo Moisés, enviado pelo Pai para conduzir a humanidade à verdadeira libertação. Perante a multidão faminta, toma o pão, pronuncia a bênção, parte-o e distribui-o, revelando que o amor de Deus é inesgotável e que a partilha multiplica os dons recebidos. O milagre dos pães ensina-nos que o egoísmo gera escassez, enquanto a generosidade e a fraternidade criam abundância. Jesus convida os seus discípulos de todos os tempos a serem instrumentos de partilha, de solidariedade e de esperança.
A segunda leitura é um magnífico hino ao amor de Deus, um amor fiel, constante e inabalável, que acompanha cada pessoa em todos os momentos da sua existência. São Paulo recorda-nos que nenhuma tribulação, dificuldade ou sofrimento tem a capacidade de nos separar desse amor, manifestado plenamente em Jesus Cristo. É essa certeza que sustenta a nossa esperança e nos dá a confiança necessária para enfrentarmos as dificuldades da vida.
As leituras deste domingo desafiam-nos, por isso, a reconhecer os dons que Deus coloca nas nossas mãos e a partilhá-los generosamente com aqueles que se encontram em necessidade. O pão repartido torna-se sinal da presença de Deus no meio do seu povo e antecipação do banquete eterno para o qual todos somos chamados.
O Pe. Cláudio Manuel Pereira Vieira da Silva, irá substituir o Pe. António Jorge na paroquialidade das nossas comunidades.
Nesse contexto de preparação, ontem, 29 de Julho, pelas 21:00 horas teve lugar no Salão Paroquial de Caldas de S. Jorge uma reunião com o pároco cessante, os conselhos económicos e delegados dos conselhos pastorais, tendo sido definidas as bases para os eventos de acolhimento nas diferentes paróquias.
• Guisande :
No sábado, dia 12 de setembro, pelas 18:00 horas, haverá a missa solene com tomada de posse, que será dada pelo Vigário Pe. José Carlos.
Antes da celebração, no Salão Paroquial, serão dadas as boas-vindas pelo Conselho Económico e autoridades a convidar, como o Presidente da Câmara Municipal, a Junta de Freguesia, associações e movimentos da freguesia e, naturalmente, os representantes dos diversos grupos da paróquia.
No final da missa, o Conselho Económico, com o apoio da Junta de Freguesia, organizará um lanche-convívio aberto a toda a comunidade, local e interparoquial, que terá lugar na Alameda da Igreja.
• Pigeiros e Caldas de S. Jorge :
Quanto a Pigeiros, no domingo, dia 13 de setembro, considerando o tempo reduzido devido à missa seguinte nas Caldas, ficou decidido haver a mesma prévia apresentação das autoridades e grupos locais, acompanhada da oferta de um pequeno-almoço com Porto de Honra.
Seguidamente, nas Caldas, aplicar-se-á o mesmo esquema de apresentação das autoridades e grupos locais antes do início da missa. No final da celebração, deverá ser organizado um almoço cujas condições serão definidas em reunião a ocorrer entretanto naquela paróquia, com o Conselho Económico local, grupos da paróquia e associações. Em princípio, esse almoço estará sujeito a reservas e estará aberto à comunidade local e interparoquial.
Logo que definidos os pormenores serão divulgados às comunidades.

"O reino de Deus é semelhante a um tesouro escondido no campo"
TEMA DO XVII DOMINGO
A liturgia deste domingo interpela-nos a examinar a arquitetura da nossa vida, convidando-nos a discernir os alicerces e as prioridades sobre os quais construímos a nossa existência. O fio condutor das leituras sublinha que a verdadeira sabedoria cristã consiste em alinhar os nossos desejos e escolhas com o projeto e os valores de Jesus.
Primeira Leitura (1 Reis): Apresenta-nos a figura do Rei Salomão como o protótipo do discernimento espiritual. Ao pedir a Deus um "coração sábio e inteligente" em vez de riqueza, longevidade ou poder sobre os inimigos, Salomão demonstra a capacidade de escolher o que é verdadeiramente essencial, recusando erguer a vida sobre a efemeridade das aparências e das ambições humanas.
Evangelho (São Mateus): Através das parábolas do tesouro escondido e da pérola de grande valor, Jesus exorta os Seus discípulos a fazerem do Reino de Deus a prioridade absoluta. A descoberta do Reino gera uma alegria tal que transforma a perspetiva do crente, fazendo com que todos os outros bens e interesses passem para segundo plano diante da beleza superior deste "tesouro" supremo.
Segunda Leitura (Romanos): São Paulo recorda-nos o plano amoroso de Deus, que nos chama a ser conformes à imagem do Seu Filho. Seguir a Cristo e aderir ao Seu projeto não é uma imposição exterior, mas o valor mais alto e o destino pleno para o qual fomos criados, o qual se deve sobrepor a qualquer outra proposta do mundo.
TEMA DO XVI DOMINGO
A liturgia do 16º Domingo do Tempo Comum interpela-nos a contemplar um Deus cuja paciência e misericórdia superam a lógica humana. Longe de promover a exclusão ou a condenação do pecador, a ação divina visa a sua conversão e plena integração na comunidade do Reino. Este mistério convida-nos, fundamentalmente, a assumir a própria perspetiva de Deus, moldando o nosso olhar sobre o mundo e sobre o próximo a partir da tolerância e da compaixão.
Primeira Leitura (Sb 12, 13.16-19): Revela um Deus que, detentor de uma omnipotência absoluta, opta por manifestar a sua força através da indulgência e do clemência, mesmo perante a iniquidade humana. Este agir pedagógico constitui um modelo para os Seus filhos, exortando-os à verdadeira humanidade, que se traduz num coração compassivo e magnânimo.
Evangelho (Mt 13, 24-43): Assegura a presença irrevogável do Reino de Deus na história através da parábola do trigo e do joio. Este Reino não se configura como um espaço elitista reservado aos puros, mas sim como um campo aberto onde a paciência divina concede a todos o tempo necessário para o amadurecimento das opções vitais e para o acolhimento da graça, antes do discernimento final.
Segunda Leitura (Rm 8, 26-27): Reafirma a solicitude misericordiosa de Deus ao apresentar o Espírito Santo como o amparo supremo para a vulnerabilidade humana. É o Espírito quem, nas nossas limitações e na nossa incapacidade de orar como convém, intercede por nós, conduzindo-nos com segurança rumo à plenitude da vida.
No seguimento da decisão do Sr. Bispo do Porto, D. Manuel Linda, em mudar o Pe. António Jorge para novas paróquias, da Vigararia de Paços de Ferreira (Arreigada, Ferreira e Frazão), foram já feitas as novas nomeações. Assim, para a nossa comunidade inter-paroquial, teremos o Pe. Cláudio Manuel Pereira Vieira da Silva, que deixa as paróquias de Alpendurada e Matos, Eja, Torrão e Várzea do Douro, da zona de Marco de Canevezes.
Nasceu em 02/01/1988 e foi ordenado em 13/07/2014. Tem, pois, 38 anos de idade.
Ao Pe. António Jorge, reiteramos o nosso obrigado e fazemos votos de bom trabalho pastoral e espiritual nas novas comunidades.
Quanto ao Pe. Cláudio Silva, que seja bem-vindo!
Nos dias de ontem e hoje, as nossas comunidades ficaram a conhecer pelo seu pároco, Pe. António Jorge, que o Sr. Bispo tomou a decisão de o nomear como pároco das comunidades de Arreigada, Ferreira e Frazão, da Vigararia de Paços de Ferreira. Por conseguinte, o actual pároco desta comunidade, Pe. João Pedro Martins Ribeiro, ali em serviço desde 2018, logo após a sua ordenação, conhecerá também um novo destino.
Será, pois, o final de um curto ciclo e o começo de outro, tanto para o próprio pároco como, naturalmente, para as nossas comunidades.
A decisão, foi inesperada para ambas as partes, tanto mais que num contexto de notório crescimento e com as três comunidades já organizadas e daí a frutificar, mesmo que ainda com caminho a percorrer.
Neste contexto, o ainda nosso pároco estará connosco até ao final de Agosto e pelo fim de Setembro, princípio de Outubro, teremos, certamente, um novo pároco. Há referências positivas sobre quem será o substituto, mas vamos todos aguardar com serenidade a nomeação, que deverá acontecer até ao final deste mês, como é norma na nossa Diocese.
Concerteza que ainda teremos todos a oportunidade de uma despedida formal ao Pe. António Jorge, mas, desde já, fica o nosso reconhecimento pelo seu serviço pastoral e espiritual que neste período de quase cinco anos prestou nas nossas comunidades, sempre de forma exemplar, com zelo, dedicação e organização. Muito mais caminho haveria a percorrer em conjunto, mas por razões que escapam ao sentimento das comunidades, tem de obedecer ao seu Bispo e assim abraçar um novo desafio na certeza de que continuará fiel à sua missão.
Obrigado, Pe. António! Ficará presente nas nossas melhores memórias!